sábado, 7 de novembro de 2009

CURTAS DO TOLER

DEU NO CHEQUE MATE DA SUELY ARANTES/HOJE NOTICIA

Sem quórum

A Assembleia anuncia com estardalhaço o tal do Intercâmaras (Seminário de Aperfeiçoamento do Poder Legislativo), realizado em alguns municípios, mas nem seu idealizador, Helder Valin, comparece. Ontem, por exemplo, em Senador Canedo, somente o deputado Misael Oliveira (PDT) prestigiou o evento.

Outra praia
Valin trocou o Intercâmaras da vizinha cidade pelo 8º Encontro Nacional do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas, realizado quinta e sexta-feira à beira do mar de Florianópolis. Convenhamos, bem melhor, né?

Rasante tucano
O deputado Jardel Sebba (PSDB) também curte o fim de semana em Floripa. Foi um dos homenageados pelo tal encontro catarinense.

Primeiro mundo
José Nelto (PMDB) é mais sofisticado. Preferiu Estocolmo-Suécia, onde está desde a semana passada apreciando o azul repousante do Lago Mälaren. Oficialmente, a viagem é para conhecer o sistema de transporte público adotado pela cidade.

Labuta
Enquanto isso, longe da brisa do mar e do clima ameno da Suécia, 17 colegas de Valin, Nelto e Jardel suam a camisa para reunir quórum e votar matérias na Assembleia.

DEU NO CAFÉ DA MANHÃ/DM

Os holofotes estão voltados para o senador Demóstenes

O senador goiano Demóstenes Torres (ele é do Democratas) apareceu mais uma vez no disputadíssimo Jornal Nacional. Na noite da última quarta-feira, Demóstenes deu uma entrevista à Rede Globo para falar sobre a cassação do senador Expedito Júnior (PSDB-RO).

Como presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Demóstenes recebeu da mesa da Casa a tarefa de avaliar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de cassar o mandato do congressista. O senador avisou que o parecer dele, que será divulgado na próxima quarta-feira, acompanha o do Supremo.

A decisão tem de ser cumprida. E a decisão o tira da Casa e pronto — pontuou Demóstenes.
O senador goiano tem mantido posições firmes e se transformado numa das boas reservas morais do País.

Não são poucas as inserções na imprensa nacional, demons-trando um zelo com a vida pública e também se fortalecendo, quem sabe, para ser um dos nomes nas alianças que discutem a disputa presidencial de 2010.

Guerra online

O mais novo embate no Twitter agora é entre as turmas irista e marconista. O @blogdobraga dispara em cima do senador Marconi Perillo (PSDB). Tudo que ele faz, cita o deputado Thiago Peixoto (PMDB).

DEU NO GIRO/OPOPULAR
Braga: obras paralisadas são na maioria do governo anterior

O secretário Jorcelino Braga (Sefaz) disse em ofício ao TCE que a maioria das obras estaduais paralisadas em Goiás foi iniciada na gestão anterior. Segundo ele, em maio de 2007 existiam 268 obras do Estado paralisadas. Dois anos depois, esse montante foi reduzido pela metade, para 132 obras, afirma. Deste total, 120 (91%) são de responsabilidade da Agetop. “Dessas obras da Agetop, apenas nove foram interrompidas nesta gestão e, dessas, somente três foram iniciadas pelo atual governo”, frisa o secretário. Braga enfatiza no ofício que a gestão Alcides toma o cuidado de não iniciar obras que não possam ser concluídas. “Entretanto, apesar do esforço desenvolvido, o déficit fiscal de R$ 100 milhões mensais experimentado nos dois primeiros anos desta gestão, aliado à inadimplência da Celg em cerca de R$ 500 milhões com o ICMS, impediram que o governo pudesse apresentar resultados ainda melhores nessa ação”, conclui o principal auxiliar do governador Alcides.

DEU NA REVISTA VEJA
Gabeira para senador

Uma pesquisa sobre a corrida para o governo do Rio de Janeiro encomendada pelo PV ao instituto GPP revela uma mudança no quadro eleitoral local. Anthony Garotinho, do PSB, ultrapassou o governador Sérgio Cabral, do PMDB, na Baixada Fluminense e no interior do estado. O verde Fernando Gabeira caiu 3 pontos. Agora, está em quarto lugar, atrás do pedetista Wagner Montes. O PV teme que o resultado leve Gabeira a candidatar-se ao Senado. O verde disse a amigos que, embora não tema a derrota para o Executivo, acha que poderá ser mais útil no Congresso. Se ele sair mesmo da parada, os partidos de oposição a Lula correrão o risco de ficar sem candidato forte ao governo do Rio.