terça-feira, 23 de junho de 2009

Corporativismo parlamentar provoca as mazelas.


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O corporativismo político é uma das práticas mais nefandas e abomináveis da política brasileira. Não que ele não exista em outros países ou em outras categorias profissionais. Há o corporativismo dos médicos (a "ética" os proíbe de condenar colegas e o CRM só o faz em casos extremos); há o corporativismo policial (Polícia defende Polícia); há o corporativismo entre juízes (juiz evitando condenar juiz); há o corporativismo entre engenheiros (também por "ética", não se critica a obra de colegas) e por aí vão os exemplos. Mas será que político tem "ética"? Arrisco-me a dizer que no Congresso Nacional, pelo menos 80% deles não têm. E como as minorias não resolvem nada.
A atuação do Congresso Nacional, desde o período pós-Revolução de 1964, e de modo especial na legislatura atual, dá-nos como saldo uma soma de escândalos que, transformados em valores monetários, é simplesmente incalculável. É quase impossível saber-se o quanto de dinheiro público, fruto de impostos que todos nós pagamos, flui para os bolsos dos congressistas, em sua maioria, desonestos.
O que se tem visto, ultimamente, no nosso país, é entristecedor. Aqueles que deveriam ser os representantes e difusores da ética são os que mais a ignoram. Observa-se, escandalosamente, o uso da coisa pública como algo que lhes pertence, apropriando-se do erário de forma abusiva. São mazelas de toda ordem. Dos mensalões, passando pelo nepotismo escancarado, enriquecimento ilícito e rápido, aos abusos de passagens aéreas presenteadas aos familiares e demais pupilos de senadores e deputados federais.
Sabemos que nem todos os políticos compartilham de comportamentos tão desrespeitosos para com a população brasileira. Em todas e quaisquer atividades de atuação do ser humano, há bons, os não bons, e os geneticamente bandidos. Entretanto, o que temos observado, infelizmente, é uma quantidade infinda de parlamentares envolvidos em escândalos, afagando (com os dedos) sorrateiramente o dinheiro dos nossos impostos. E as CPIs terminam, quase sempre, em impunidade a esses bandidos de foro privilegiado, num verdadeiro acinte ao cidadão de bem.
A política tornou-se um meio de ascensão social vergonhosa, através do roubo, do dinheiro fácil. O acesso à representação política é um valor da democracia. O problema é que se admitiu o ingresso na política de muita gente de má qualidade.
São verdadeiros bandidos de "colarinho branco" que vêem na política um meio de ascender socialmente de forma tortuosa e fácil e, pior, enricar-se com negócios obscuros facilitados pela impunidade do cargo. A crise que se abate sobre o Congresso Nacional é emblemática, o que nos dá a desolada certeza de quanto está contaminada pela corrupção. São políticos/bandidos sem nenhum compromisso com o bem comum.
No foco da imprensa e da opinião pública estão: o mensalão, o nepotismo, apadrinhamento de aliados políticos, o empreguismo não só no Congresso Nacional, mas nas Câmaras municipais e Assembleias Legislativas estaduais.
A Câmara municipal de Porangatu têm ultimamente dado exemplos claros das mazelas citadas. LEMBRA DO CARTÃO BRASIL CARD, denunciado aqui neste blog. Onde o atual presidente com o apoio dos demais vereadores, presenteou servidores da casa com um cartão ,no valor de R$ 200,00(duzentos reais),para cada um dos funcionários. Seria mais interessante agradar servidor publico com salário justo, não ficar fazendo farra com dinheiro publico.
Os escândalos, sob o foco da imprensa têm protagonizado diariamente bandidagem do tipo: fisiologismo, clientelismo, tráfico de influências, abuso de poder econômico, mordomias, altos salários. E, ainda aparece o desvairado senador Mão Santa/PMDB-PI dizer que este é o melhor Senado da história.
Santa paciência! Mão Santa é o maior "língua solta" do Senado. Fez durante o seu atual mandato (quase sete anos) 1.037 discursos (de pobre vocabulário) e apresentou só oito projetos de lei, nenhum deles aprovado.
O Senado já consumiu com seus incompetentes senadores (com raras exceções), nesses quase cinco meses, cerca de R$ 620 milhões. São cerca de quatro milhões de gastos por dia. O custo/benefício é descabido pela usurpação que os parlamentares fazem com o recurso público, num país onde 80% dos trabalhadores têm renda inferior a três salários mínimos. Sem contar a lentidão, a inoperância e a omissão no trato de questões legislativas da mais alta relevância para a sociedade.
Tem vereador de Porangatu, que dá piti, fica nervosinho, quando o nome é citado neste blog, nos comunicadores fazemos parte do quarto poder da republica, os que estão em outro poder precisa aprender conviver com as criticas, caso contrario, deixe a vida publica.
Volto a repetir, todo aquele que se sentir injustiçado pelo blog tem direito de resposta,basta apenas procurar o autor, esse negocio ficar mandando recardinho desaforado, não vai me intimidar.
O BLOG NÃO TEM RABO PRESO. É um diário eletrônico. Me contam as coisas e divido com os leitores do blog, já temos uma relação de confiança,uns me odeiam, outros acham engraçado, outros incentivam, outros me dizem cuidado Marcelo, outros me enviam recados anônimos, estes errando feio em relação a minha historia profissional. Ohh!!! anônimo, comecei no radio em janeiro de 1989.
Mas,confesso é graça aos que me odeiam que o blog esta BOMBANDO,por isso respeito e admiro os que me odeiam,vocês são fieis, todos os dias entram aqui para ler ou saber das novidades. Aproveita e diga para as pessoas que em breve, teremos o site do Marcelo Toler,será um portal de Noticias 24h. Anote o endereço: www.marcelotoler.com.br

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